Birras, e agora?

Oieee,

Quero conversar com você a respeito de uma assunto que ronda , todas nós , em conversa com as amigas mães, sobre os nosso filhos …a tradicional malcriação, birra.

Birras, e agora? Todos os pais passam por isso e pesquisamos algumas dicas para você lidar com a situação de forma mais tranquila e consciente. Segundo a psicóloga infantil Gabriela Martins, a birra faz parte do desenvolvimento infantil e é uma forma da criança manifestar o que deseja, ou seja, é um movimento natural da criança que vai em busca de realizar a sua vontade.

Esta característica aparece geralmente na primeira infância – por volta dos 18 meses – e se intensifica entre os 2 e 3 anos. Neste momento, diferentes questionamentos passam pela cabeça dos pais, como: e agora? Devo fazer o que ele deseja a fim de fazê-lo parar de chorar? Deixo faltar na escola só hoje? Largo chorando no meio do shopping? Compro para cessar o choro? – É importante lembrar que a birra é a consequência da falta de regras e limites, as quais devem ser impostas, pelos pais e responsáveis.

Parece um pouco contraditório, mas são os pais que reforçam o comportamento dos filhos ao cederem, ou seja, a criança fica condicionada e aprende que toda vez que fizer birra vai ganhar ou conseguir o que quer – afirma Gabriela.

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Muitas vezes a criança insiste em gritar e chorar porque ela percebe que os pais estão entrando no jogo dela. Para Gabriela, a birra acaba se tornando um jogo de paciência para ver quem vai ceder primeiro. Muitas vezes o jogo se reverte e quem passa a ser testado são os adultos, afinal, a birra é a comunicação de uma necessidade e quem diz se ela foi comunicada de uma forma eficiente ou não são os adultos.

1 – Calma – O grande desafio dos pais é manter a calma, olhar nos olhos da criança e dizer que com tanto choro e grito não dá para compreender o que ela sente e deseja. Os pais podem dizer que vão aguardar ela se acalmar para depois conversarem;
Posicionamento: é importante mostrar para a criança que ela não vai conseguir nada com a birra e ressaltar que este não é a melhor maneira para pedir ou buscar algo.

2 – Birras em público – No momento de um “show” em público, os adultos devem, com muita calma e respeito, interromper o momento da criança e voltar para casa. Devem avisá-la que não é daquela forma que as coisas acontecem e que tal atitude fez com que o passeio acabasse. Neste momento a criança entende que a birra não comunica nada e pode acabar com um momento prazeroso.

3. Atenção – O momento em que a criança se acalma e expressa o que quer deve ser valorizado pelos pais, afinal exige muita reflexão da criança.

4. Exemplo – Vocês são exemplo para os filhos, por isso, não reforce o comportamento agressivo com suas atitudes. Não grite, bata, ameace ou castigue, introduza o diálogo e mostre que este é o melhor caminho.

5. Alinhamento – Os pais e/ou cuidadores precisam ter a mesma postura e ser coerentes entre si, opiniões divergentes causam insegurança nos filhos.

 6. Regras e limites – Estes foram feitos para serem determinados e seguidos, então, imponha as regras e limites e os cumpra. O segredo é a criança notar que mesmo chorando, gritando, se jogando no chão, as consequências de tanta cena não serão positivas. E tal atitude deve ser tomada desde uma idade precoce, antes que tais atitudes estejam consolidadas, pois se tornam cada vez mais complexas e elaboradas, dessa forma se torna mais fácil a extinção da birra.

Se identificou em algum momento?

Qual é a sua atitude diante da birra do seu filho?

Gostou do post? Comente!

Até a próxima!

 

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